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09/11/2022 21:08

Você está ligado no aumento de casos de Covid nas últimas semanas?

O relaxamento das medidas mais restritivas – uso de máscara ou limitação da capacidade de público em eventos – pode nos ter dado a falsa impressão de que a Covid-19 ficou no passado, mas a realidade é que o coronavírus continua circulando por aí, e com novas variantes. A mais recente é chamada de BQ.1, uma subvariante da Ômicron responsável por uma nova onda de Covid-19 em diversos países, já identificada e em transmissão também aqui no Brasil.

A boa notícia é que hoje em dia, ao contrário de quando a pandemia começou, lá em 2020, contamos com uma poderosa aliada contra casos graves da doença: a vacina. Por isso, reforçarmos a importância de tomar todas as doses de reforço recomendadas, para ficar com o esquema de imunização em dia.

Nova onda

Na primeira semana de novembro foi registrado um aumento da taxa de positividade para Covid-19, segundo dados do Ministério da Saúde. Isso ocorreu principalmente nas capitais Rio de Janeiro, Recife, Goiânia, Manaus e São Paulo, em ordem decrescente de novos casos positivos.

Outro levantamento, desta vez realizado pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS), revelou que a taxa de resultados positivos na rede particular cresceu mais de quatro vezes em outubro, a maioria concentrados no Sudeste e Centro-Oeste. Com base nesse dado, é esperado um aumento de casos nas demais regiões do país nas próximas semanas.

Recomendamos o uso de máscaras, especialmente para pessoas com condições delicadas de saúde ou em ambientes fechados, sem circulação de ar e com aglomeração.

Casos suspeitos devem ser isolados e testados – para isso, nossos beneficiários podem contar com o serviço de telemedicina Einstein Conecta e com nossa rede credenciada referência para testes de Covid-19, como a Beep Saúde, que faz coleta domiciliar gratuita.

Doses de reforço

O ditado popular ‘figurinha repetida não completa álbum’ não cabe quando o assunto é vacina contra Covid. Quem toma as doses de reforço costuma ter sintomas mais leves. O Programa Nacional de Imunização, do Ministério da Saúde, segue em andamento, e pessoas com 18 anos ou mais já podem tomar a segunda dose de reforço.

Para adolescentes de 12 a 17 anos, é recomendada uma dose de reforço contra a doença. Já no caso de crianças de 3 a 11 anos, estão sendo aplicadas as duas doses regulares da vacina.

Consulte nos canais de comunicação da prefeitura do seu município os postos de saúde que estão aplicando a vacina e complete seu ciclo vacinal.

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