30/09/2022 10:52
É verdade que 1.400 famílias foram excluídas do plano?
Recentemente, circulou uma notícia falsa sobre a exclusão de mais de 1.400 famílias (titular e dependentes) do plano por não conseguirem arcar com o custeio e as despesas do plano.
Isso não é verdade! O número real de famílias é de 258, que é o total de titulares desativados por inadimplência com as patrocinadoras (Petrobras, Transpetro, Termobahia, TBG e PBio) em 2021 e que permanecem desativados até hoje. A maioria desses 1.399 retornou ao plano após quitarem suas dívidas com as patrocinadoras dentro do período permitido, que é de 60 dias após a suspensão do plano por inadimplência (a suspensão ocorre com 90 dias do boleto vencido).
Isso quer dizer que para um mesmo beneficiário pode ter sido solicitada a desativação mais de uma vez no ano (ele foi reativado e depois desativado novamente) ou ainda que o beneficiário desativado pode ter quitado a sua dívida e retornado ao plano (e é isso que ocorreu na maioria das vezes).
Ressaltamos que, em alguns casos da perda desse prazo de 60 dias, autorizamos administrativamente o retorno dos beneficiários mediante a quitação da dívida, demonstrando que temos interesse em manter os beneficiários no plano.
Portanto, noticiar que 1.400 famílias foram excluídas significa usar a informação de forma indevida, como explicamos acima. Recebemos das patrocinadoras 1.400 (na verdade, 1.399) solicitações de desativação por inadimplência ocorridas no ano de 2021, e não 1.400 famílias.
Outra inverdade disseminada foi a de que, em novembro de 2020, a AMS tinha quase 285 mil beneficiários espalhados por todo o país, sendo um plano muito rentável, pois 19% dos usuários ainda estão na ativa, trabalhando na Petrobras e 67% de todos os beneficiários (ativos e aposentados) têm idade inferior a 55 anos, arrecadando em valores maiores que o custeio do plano.
Nossos números reais apontam que, em novembro de 2020, estávamos na casa dos 279 mil beneficiários, e não 285 mil. O percentual de usuários na ativa da Petrobras é de 14,7%, e não 19%, e, se considerarmos as demais patrocinadoras, o percentual é de 17%. Já sobre os beneficiários com idade inferior a 55 anos é de 57,5%, e não 67%.
Por fim, também andam espalhando por aí que a AMS é uma possibilidade rentável para os planos privados.
Isso também é fake news, já que a Saúde Petrobras é operadora exclusiva das patrocinadoras Petrobras, Transpetro, TBG, PBio e Termobahia, sem fins lucrativos, não havendo qualquer possibilidade de ser negociada com planos privados. Reforçamos que atuamos em prol da sustentabilidade do nosso plano de saúde, buscando sempre o equilíbrio entre necessidades assistenciais, valores praticados e quantidade de beneficiários em nosso plano. Além disso, trabalhamos para melhoria contínua em nossas operações administrativas, com maior resolutividade e melhoria na percepção de valor para os serviços que prestamos.
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