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05/05/2022 09:39

4 hábitos para adotar hoje e evitar a dor de cabeça rotineira

Tempo de leitura: 5 minutos

Nessa notícia você verá sobre:

1. Fatores que podem causar dor de cabeça e hábitos saudáveis que contribuem para minimizar a ocorrência
2. Diferença entre cefaleia e enxaqueca

Sentir dor é um indicativo de algo que não vai bem no corpo. Um sinal de que é preciso avaliar o que está acontecendo, tratar a causa ou mudar hábitos. E isso não é diferente com a cefaleia, a famosa dor de cabeça, que pode impactar na nossa rotina quando se manifesta com uma certa frequência.

Inúmeros fatores podem causar dor de cabeça: estresse (sempre ele!), má alimentação, ambientes barulhentos, óculos com grau incorreto, e muitos outros. É fundamental ficar atento aos sinais que o corpo dá e buscar atendimento médico se a dor de cabeça for muito forte ou acompanhada de outros sintomas que possam indicar algo mais grave, como confusão mental, fraqueza nos músculos, dificuldade para andar ou alteração na visão ou na fala.

Mas existem quatro hábitos que todos podemos adotar para minimizar as chances de ter dor de cabeça rotineira e, de quebra, agregar mais qualidade de vida aos nossos dias. São eles:

Dormir de seis a oito horas por dia

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Praticar atividades físicas

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Alimentar-se de forma saudável

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Evitar consumo de café ou bebidas alcoólicas em excesso

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Diferença entre cefaleia e enxaqueca

A enxaqueca, tecnicamente chamada de migrânea, é um dos 150 tipos de cefaleia, termo técnico da dor de cabeça. A diferença está na forma em que se manifesta, nos sintomas que acompanham e no tipo e intensidade da dor.

Enquanto a cefaleia gera uma dor fraca ou moderada, com sensação de cabeça pesada/pressionada e é geralmente causada por fatores como estresse ou ansiedade, a enxaqueca é uma doença neurológica crônica, herdada geneticamente.

Além da dor de cabeça moderada ou forte, geralmente de um lado da cabeça e latejante, as crises de enxaqueca também são acompanhadas de náusea, vômito e sensibilidade exagerada a luz, sons e odores. Essas crises podem ser incapacitantes, devido à intensidade da dor, e duram de quatro horas a três dias, se não tratadas.

Algumas pessoas apresentam ainda alguns fenômenos neurológicos transitórios, chamados de aura, na fase que antecede a crise de dor. Essa aura pode consistir em manchas no campo visual, dormência de um membro, incapacidade temporária para falar ou fraqueza de um ou mais membros de um lado do corpo.

Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), a enxaqueca afeta mais de 30 milhões de pessoas no Brasil e 1 bilhão no mundo, a maioria mulheres. Também é responsável por impactos econômicos diretos e indiretos, devido aos custos com medicamentos, perda da produtividade e absenteísmo no trabalho.

O diagnóstico da enxaqueca é clínico, e a pessoa com enxaqueca pode levar uma vida normal com o tratamento adequado e evitando os fatores que atuam como gatilhos para desencadear a crise. Por isso é tão importante fazer o acompanhamento da sua saúde com o médico que coordena seu cuidado.

Quer saber mais sobre enxaqueca? Consulte esse artigo da Sociedade Brasileira de Cefaleia.

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